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Seleção angolana de hóquei em patins (foto ASF)

Por António Barroso

Todos vão ser chamados e dar o seu contributo para que a 41.ª edição do Campeonato do Mundo de hóquei em patins, que Angola irá organizar – pela primeira vez no continente africano -, de 20 a 28 de setembro próximo, nas cidades de Luanda e do Namibe, seja um sucesso.

Para tanto, o comité organizador (Cohóquei) conta ter o apoio de embaixadores do desporto nacional, ex-praticantes que se notabilizaram ou atuais profissionais, a apelar à adesão de todos, para que a organização da prova seja o sucesso que todos almejam, e os Palancas, orientados pelo selecionador Orlando Graça, sejam apoiados até atingirem a ambiciosa meta desportiva já traçada: chegar às meias-finais e, por consequência, conseguir um dos quatro primeiros lugares na prova.

A Federação Angolana de Patinagem (FAP) vai organizar uma gala, no próximo mês de julho, para homenagear antigos hoquistas. «Os embaixadores vão ser aqueles que mais se destacaram na modalidade», disse o porta-voz do Cohóquei, Pedro Azevedo, à Angop. Mas ficou dese já a promessa de todos os que elevaram o nome do desporto angolano bem alto não serem esquecidos no tributo e apelo às massas.

HINO SERÁ DE MAYA COOL
Também os artistas se movimentam. O músico Maya Cool apresentou ao Cohóquei uma proposta para o hino do Mundial, aprovada, e está já a trabalhar na elaboração da letra e melodia de um tema que, dentro de quatro meses, será entoado por milhões de angolanos em apoio à prova.

Recorde-se que, já em janeiro, o coordenador da organização, Carlos Alberto (Calabeto), sugerira que o hino da prova fizesse alusão à mascote da competição, Kaissarinha, mas também a símbolos nacionais, como a bandeira do País e das regiões provinciais que irão acolher a prova e as 16 seleções finalistas, que vão esgrimir entre si argumentos para suceder à Espanha como campeões.



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