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Gustavo Ferrín, selecionador de Angola (foto ASF)
Por Geraldo Quiala

É tempo de esquecer a desilusão que foi a derrota em Kampala e o consequente afastamento do Campeonato do Mundo de 2014, que se realizará no Brasil. O primeiro passo para reconquistar a alegria será dado já amanhã, em Mbabane, onde os Palancas Negras defrontam a Swazilândia no primeiro jogo desta eliminatória de apuramento para a Taça CHAN, competição em que só podem ser utilizados jogadores que atuem nos respetivos campeonatos.

Na última edição da prova Angola chegou à final, tendo aí sido derrotada (0-3) pela Tunísia. Por essa altura, ainda com Lito Vidigal no comando técnico dos Palancas Negras, o presidente da Federação Angolana de Futebol, Pedro Neto, afirmou que era passo importante e que no futuro era objetivo a conquista do título. Pois bem, começa agora a caminha em direção à glória e todos acreditam que não será a Swazilândia a travar a Equipa Nacional.

Aliás, diz a história que este é adversário normalmente acessível para Angola. Nos cinco jogos já realizados, os Palancas Negras venceram três e empataram dois, tendo mesmo havido uma goleada em Luanda na fase de apuramento para o Mundial da Coreia e Japão: o jogo teve lugar na Cidadela, com impressionante 7-1!

Não se espera tanto nesta jornada em Mbabane, mas Angola pretende construir um resultado que dê tranquilidade para a segunda mão, em Luanda, de hoje a uma semana.

Preocupações para Ferrín
Gustavo Ferrín preparou muito bem o jogo com a Swazilândia e logo após o trauma que foi a derrota em Kampala levou os convocados para este encontro para um estágio de cinco dias na África do Sul. Além da preocupação em trabalhar a estratégia que vai colocar em campo, houve preocupação de melhorar os índices psicológicos dos atletas, fazendo-lhes ver que esta é competição importante e que Angola tem todas as possibilidades para inscrever o nome na lista dos jogadores.

A maior preocupação para o selecionador nacional neste momento acaba por ser a condição física de Mabiná e Dany Massunguna, que trabalharam sempre com visíveis limitações e não sabem ainda se vão a jogo.

A Bola

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