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Por Mário Nóbrega

Bernardino Pedroto, que acordou com o Interclube não prolongar o contrato que ligava as duas partes, já se encontra em Portugal, em período de férias, mas mantém-se atento a tudo quanto se passa em Angola quanto ao seu futebol. Não comenta rumores que circulam especialmente pela capital, mesmo os que o apontam para treinar os Palancas Negras ou o Bravos do Maquis, embora esteja à espera que o seu telefone toque.

«Não há nada de concreto relativamente ao meu futuro. Sei que circulam rumores por Luanda, que me apontam para selecionador nacional ou para treinar o Bravos do Maquis, por exemplo, mas são apenas isso mesmo, rumores, não há qualquer informação válida sobre a qual possa tecer comentários», começou por nos dizer Bernardino Pedroto, reforçando que, quanto ao seu futuro, «está tudo em aberto, portanto, estou à espera que o telefone toque.»

Bernardino Pedroto já possui grande experiência sobre o futebol angolano, conhece-o por dentro e por fora, naturalmente que, devido a esta realidade, manter-se a trabalhar no país poderá ser o seu futuro, mas, como profissional, não descarta continuar a sua carreira noutro lado, estando assim «disponível para analisar todos os convites, todos será uma força de expressão, porque, julgo que toda a gente o compreenderá, depois do que já fiz no futebol sinto-me com margem de manobra suficiente para escolher o que penso seja o melhor para mim.»

Claro que, sem pretender – frisou uma vez mais – alimentar rumores, Bernardino Pedroto destacou que seria «extremamente honroso» se os responsáveis pelo futebol de Angola se lembrassem do seu nome para comandar a Selecção Nacional, o que, sublinhou, «certamente acontecerá com qualquer treinador», mas, refere também, «teria de perceber esse convite numa perspectiva de futuro.» Tem uma certeza, porém: «Se recomeçar a trabalhar em Angola, regressarei ao país nos primeiros dias de 2014.»

Sobre a sua passagem pelo Interclube, fazendo aquilo que se poderá considerar um brevíssimo balanço, concretamente o que se passou na época de 2013, o treinador português reconhece que «ficou alguma coisa por fazer, é sempre assim. Fizemos umas boas, outras nem tanto, mas de maneira alguma nos situámos no negativo.» No cômputo geral entende, no entanto, que os polícias podem dar-se por satisfeitos com o que foi conseguido.

«O Interclube definiu como principal meta para a temporada de 2013 a recuperação económica e financeira do clube, como tal seria difícil que não houvesse um choque entre esta vertente e a do futebol profissional, no que ao atingir de determinadas metas dizia respeito. Tivemos, assim, de construir uma equipa jovem e, por esse facto, sem o traquejo necessário para ultrapassar certas situações mais complicadas. Registámos momentos bons, outros nem tanto, mas acabámos por realizar um campeonato tranquilo, o que alguns até julgavam não ser possível», explicou Bernardino Pedroto.

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