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Músico Action Nigga estava entre os 9 angolanos que morreram na queda do avião que estava desaparecido desde ontem. O avião fazia rota Maputo / Luanda.

Action Nigga, (Foto:Reprodução/facebook)

Action Nigga, (Foto:Reprodução/facebook)

Nove angolanos seguiam a bordo do avião das Linhas Aéreas Moçambicanas desaparecido desde sexta-feira, que fazia a ligação entre Maputo e Luanda, informou à Lusa fonte oficial da transportadora.

Entretanto, segundo avança a agência Reuters, os destroços do avião já foram encontrados e não há sobreviventes. Fonte das autoridades da Namíbia diz que “aparelho ficou reduzido a cinzas”.

A LAM já divulgou a nacionalidade dos 27 passageiros que seguiam no avião: 10 Moçambicanos; 9 Angolanos; 5 Portugueses; 1 Francês; 1 Brasileiro; 1 Chinês.

Action Nigga estava em Moçambique a gravar um videoclipe com o músico JD, recentemente o músico JD partilhou uma última foto ao lado do cantor.

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Secretário de Estado das Comunidades já tinha admitido possibilidade

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, já tinha admitido, durante esta madrugada, como provável a presença de passageiros portugueses a bordo do avião das Linhas Áreas Moçambicanas.

“Tememos que haja portugueses a bordo. Não temos nenhuma informação segura, mas admitimos que possa haver portugueses”, disse à Lusa.

Um empresário entre as vítimas

De madrugada soube-se que um empresário português estava entre os 28 passageiros do avião, quando fazia o voo entre Maputo e Luanda, disse confirmou à Lusa um seu amigo.

Segundo a mesma fonte, o empresário, que é residente na região centro de Portugal e tem negócios na área da construção civil em Angola e Moçambique, apanhou o voo para Luanda no aeroporto de Maputo na manhã de sexta-feira.

O avião da LAM está desaparecido desde sexta-feira quando sobrevoava o norte da Namíbia, numa zona perto do Botsuana e de Angola, onde se verificaram chuvas muito fortes, não existindo confirmação se se terá despenhado ou efectuado uma aterragem de emergência em qualquer local.

No voo, seguiam 28 passageiros a bordo (27 adultos e uma criança) e seis tripulantes.

LAM continua banida de voar no espaço europeu

A empresa pública Linhas Aéreas de Moçambique tem vindo a remodelar a sua frota, mas continua banida de voar no espaço europeu.

O avião Embraer 190, de fabrico brasileiro, que desapareceu é um dos modernos aviões escolhidos pela LAM para a renovação da sua frota, anteriormente constituída por aparelhos Boeing.

Desde 2011 que a empresa está banida de voar no espaço europeu, o que provocou o fim do voo para Lisboa, a única ligação que mantinha com este continente, “por deficiências de segurança”.

Desde então, a LAM tem tentado, sem sucesso, convencer as instâncias europeias da eficácia das medidas que tomou para resolver a situação.

Já antes, no início do século XXI, a LAM tinha estado temporariamente proibida de voar para a Europa.

A LAM, criada em 1980, e que emprega 695 trabalhadores, é a herdeira da DETA, surgida em 1936, no período da administração colonial portuguesa.

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