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Por Mário Nóbrega

O Recreativo da Caála está a fazer uma grande aposta na reformulação do plantel profissional para que não passe pelos dissabores e dores de cabeça iguais ao que viveu durante o Girabola de 2013 – ficou no 12.º lugar, apenas com mais um ponto que o 14.º, o Porcelana, que foi despromovido – e acabou de contratar o brasileiro Carlos André, a 8.ª aquisição entre futebolistas nacionais e estrangeiros.
A continuidade do treinador Vaz Pinto é outra grande aposta da Direcção do clube da província do Huambo.

Carlos André, nascido em Fevereiro de 1987, e que estava sem clube desde Outubro do ano passado, depois de ter rescindido com o Tondela, da segunda divisão portuguesa, é defesa central e foi contratado com o principal objectivo de preencher a vaga criada com a saída do português Nuno Rodrigues, que se transferiu para o Sagrada Esperança.

Formou-se no Fortaleza, do Brasil, e em Portugal, para além do Tondela, representou também o Nelas e o Beira-Mar, constando igualmente do seu currículo passagem pelo Olympiakos Nicosia FC do Chipre.

A ambição do Recreativo da Caála não se esgota na realização de um Girabola tranquilo, é igualmente desejo da sua direção, expressando os legítimos interesses do clube, procurar aproximar-se dos lugares cimeiros da tabela classificativa, dai ter contratado, para lém de Carlos André, mais os seguintes jogadores: David e Fredy (ex-1.º de Agosto), Nuno Silva e Rúben Gouveia (ex-Recreativo do Libolo), Celso Barros (ex-Desportivo da Huíla), Nuno Ricardo (ex-Académico de Viseu, de Portugal) e Hugo Costa (ex-Boavista).

Mas a direcção do Recreativo da Caála procura ainda ir mais longe neste esforço para remodelar o plantel e são esperados para os próximos dias o anúncio da contratação de mais jogadores.

Quanto à preparação de pré-temporada, o Recreativo da Caála fará um estágio na Europa, mas, ao contrário de outros clubes angolanos, que optaram por Portugal, rumará a Espanha. Assim, a partir da segunda quinzena deste mês trabalhará alguns dias em Ayamonte, paredes-meias com a portuguesa região do Algarve.

Naturalmente que com este significativo investimento na contratação de jogadores, a direcção do Recreativo da Caála entende que o clube fica apetrechado para um comportamento mais positivo em 2014, o que, por reflexo, faz aumentar as responsabilidades de Vaz Pinto. Mas o treinador mostra confiança nas suas capacidades, como há dias o afirmou ao nosso jornal.

 

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