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Por Redação

Veio do Chelsea como um desconhecido e volta a Londres como um dos melhores médios da atualidade. Em exclusivo para A BOLA o sérvio de 25 anos revela que insistiu em partir, contra a vontade de Filipe Vieira, embora nunca tenha ameaçado não defrontar o FC Porto. Teve a «despedida perfeita» e leva o «Benfica no coração».

Está em condições de garantir que o jogo com o FC Porto foi o último que realizou ao serviço do Benfica?

-Sim, foi o meu último jogo. Quero agradecer a todas as pessoas do clube e a todos os adeptos. O Benfica ficará para sempre no meu coração. Joguei aqui dois anos e meio, dei o meu melhor em cada treino, em cada jogo, e agora é o momento certo para sair. Quero melhorar, quero ir para uma liga melhor e quero ir para o Chelsea, clube do qual também gosto. Agradeço também ao presidente do Benfica, fez tudo o que podia para eu ficar aqui mas fui eu que quis sair e que insisti em sair. Respeito o esforço que fez para me manter no clube, tanto ele como todas as pessoas do Benfica foram muito boas para mim, fizeram-me feliz, mas repito que insisti em sair por entender que é o momento certo.

Como fica a sua relação com o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, já que ele não queria que você saísse?

Temos uma relação perfeita porque ele é um bom homem e um bom presidente, gosta muito do clube. Tentou realmente tudo para me manter, mas a minha decisão estava tomada. Parto com o Benfica no coração.

E os adeptos, acha que vão entender e respeitar a sua insistência para sair?

Espero que sim, sinceramente. Dei sempre o meu máximo pela equipa, pelo clube e pelos adeptos. Espero que reconheçam isso e entendam a minha posição e o meu desejo.

É verdade que na véspera do jogo com o FC Porto não foi logo para estágio com a equipa, como forma de pressão?

-Não. A única verdade nessa história é que fui para a concentração umas horas mais tarde, fui autorizado pelo clube a tratar de problemas pessoais e depois disso fui logo para o Seixal.

Mas ameaçou não jogar com o FC Porto? Isso passou-lhe pela cabeça?

Não, não, de forma alguma. Como puderam ver estive em campo e não havia razões para pensar em não jogar. Jamais isso me passou pela cabeça ou fiz qualquer tipo de ameaça. Só queria ajudar a equipa a ganhar.

 

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