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Nem o atraso de mais de uma hora tirou a empolgação das milhares de fãs que lotaram o Parque dos Atletas nesta que foi a primeira apresentação do One Direction no Brasil

Com 1h15 de atraso um mar de balões verde verde e amarelos festejaram o que muitos fãs dizem estar esperando há mais de três anos: a entrada no palco do One Direction no Parque dos Atletas no Rio de Janeiro. Os cinco rapazes de Liverp…opa, nada disso, os cinco rapazes da Inglaterra que já chegaram a ser comparados aos Beatles, entraram no palco para levar uma plateia ao completo delírio. OWhere You Are Tour começou em grande estilo no Brasil, com filhos e pais dançando na mesma intensidade.

Os integrantes do One Direction deram início à turnê brasileira nesta quinta (8) no Rio de Janeiro e empolgaram as milhares de adolescentes que foram ao show

Foto: Marcello Sá Barretto / AgNews

Com Harry Stiles visivelmente com a voz rouca, talvez por conta das atividades cariocas dos últimos dias, ganharam a plateia dizendo que jamais haviam sido recebidos assim em lugar algum do planeta por onde já passaram. Não demorou para os postos médicos começarem a receber as primeiras meninas com sinais de emoção, choro e histeria por terem tão perto seus ídolos. Dos sete aos 17 anos, de mães e pais com seus celulares fotografando sem parar, o cenário estava à medida para os cinco. Na quinta música veio “Live Where We’re Young”. Aí, ninguém segurou mais o público.

Uma grande passarela os deixava próximos ao público, o que levou o público à loucura já na segunda música. O tempo ajudou. Da chuva esperada veio o tempo fresco. Pacientes, os pais cantavam juntos. Alguns levavam camisetas divertidas como uma que dizia “Onde Direction arruinou minhas finanças”, ao pedido do telão para que tuitassem com determinada hashtag em homenagem ao grupo. Mas querer que um lugar no Brasil com mais de mil pessoas reunidas que o sinal de internet funcione é pedir muito.

O rapazes tiveram fôlego para levar o show a pouco mais de uma hora e meia. Com 45 minutos tiveram que ir de One Thing para despertar um pouco um público jovem e que gritou e pulou tanto antes de o show começar, que não é mentira dizer que cansaram um pouco. Arriscaram rápidos passos de samba e pouquíssimas palavras em português: uma série de “Brazil!, Brazil!”, alguns “te amo” e um único obrigado. Mas a plateia, entregada, cantou letra por letra num inglês perfeito (talvez até melhor que em português).

Harry foi o destaque da noite. Mostrou um “brazil” tatuado na coxa esquerda (não se sabe se é apenas um adesivo) e voltou para o Bis com uma camisa da Seleção Brasileira. O choro foi antes, durante e até depois quando mães, pacientes, tentavam arrancar suas filhas do lugar. Todas mergulhadas num choro profundo de felicidade. E era pura verdade.

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