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UMA XÍCARA DE CAFÉ

UMA XÍCARA DE CAFÉ

 

 

 

 

 

Autor Desconhecido

Um grupo de profissionais, todos vencedores nas suas respectivas carreiras, reuniu-se para visitar um antigo professor.

Imediatamente a conversa foi ter às queixas intermináveis sobre o “stress” no trabalho e na vida em geral.

O professor ofereceu café. Foi para a cozinha e voltou com um grande bule e uma variedade de xícaras: de porcelana, de plástico, de vidro… Umas simples e baratas, outras decoradas, outras caras…

O anfitrião disse-lhes

-Escolham as vossas xícaras e sirvam-se de um pouco de café fresco.

Quando todos o fizeram, o velho professor começou a dizer ao grupo

-Se repararem, as xícaras melhores foram as primeiras a ser escolhidas, e as mais baratas ficaram para o fim… É natural, porque toda a gente prefere o melhor para si próprio. Mas esta é a causa de muitos problemas relacionados com aquilo a que vocês chamam “stress’

E continuou

-Como sabem, nenhuma das xícaras acrescentou qualidade ao café. Na verdade, o recipiente apenas disfarça ou mostra a bebida. O que vocês queriam era o café, não as xícaras, mas instintivamente quiseram escolher as melhores.

O grupo de antigos alunos começou a olhar para as xícaras uns dos outros…

O professor continuou

-Agora, pensem:

A vida é o café.

O trabalho, o dinheiro, o “status“, a popularidade, a beleza, os relacionamentos, etc., são apenas recipientes que dão forma e suporte à vida. O tipo de xícara que temos, não pode definir nem alterar a qualidade da vida que recebemos. Muitas vezes, concentramo-nos apenas em escolher a melhor xícara, e esquecemo-nos de apreciar o café!

As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor, mas as que fazem o melhor com tudo o que têm!

Por isso, lembrem-se

-Vivam simplesmente. Sejam generosos. Sejam solidários e atenciosos. Falem com bondade. O resto, deixem nas mãos do senhor, porque a pessoa mais rica não é aquela que mais tem, mas sim aquela que menos precisa. E agora, saboreiem o vosso café!

Moral da história

Preocupemo-nos mais com a essência e menos com a aparência…

(Transcrito do Jornal “Mensageiro Estrela”, Jan/2015)